EUTANASIA SEM DOR OU MORTE CRUEL NAS RUAS?

Com certeza as opiniões sempre irão divergir, mas basta ter olhos para ver a a situação insustentável no que se refere ao número de animais nas ruas atropelados, abandonados, cadelas parindo e muitos morrendo envenenados, pois algumas pessoas acham que o controle deve ser feito atraves da matança com envenenamento,

Já deu pra perceber que não temos mais condições de controlar uma situação que há muito já caiu no descontrole, castrações e mutirões estão atrasados há décadas, não tivemos programas efetivos de educação no que se refere aos animais domésticos, e ainda por cima é proibido eutanaziar, é melhor morrer de fome, atropelado e envenenados com chumbinho?

Tudo deve mudar, leis não são cumpridas, e quem sofre de fato são os inocentes animais, e nós que estamos tentando fazer um trabalho de contenção de crias e posse responsável, (jaáperdemos o pé faz tempo). No ano passado nem a vacinação anti-rábica em massa foi feita, que esperar de solução?

Só para citar alguns exemplos, só o último final de semana de 2010, uma cadelinha que resgatei em uma estrada, um poodle e uma cadela que tentei pegar sem sucesso, vários que apenas consegui fotografar, (nem vou postar os atropelados e mortos que vi, muitos..) pois não deixaram sequer aproximação, tal o pavor e medo que se encontravam

Triste , muito triste, mas dá pra mudar…

 

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2 comentários (+add yours?)

  1. Juliana
    Jan 02, 2011 @ 14:16:45

    Sua atitude em resgatar animais de rua, e cuidar desses pobres bichos é louvável! Parabéns pela iniciativa

    Responder

  2. Julci
    Jan 03, 2011 @ 11:03:47

    Tanto a eutanásia quanto a castração são políticas de controle populacional, certo? No entanto, elas são bem diferentes em suas intenções e pressupostos.

    Eu estou na proteção há menos de 1 ano, então, não saberia dizer se após o fim da eutanásia o abandono e maus-tratos aumentou ou não. Questionei alguns colegas protetores e eles me afirmaram que sim. Então, penso que aquilo que a Esther está querendo dizer é que o quadro, que já era lastimável, piorou ainda mais após o fim da eutanásia sem uma política simultânea de esterilização em massa e posse responsável.

    Bem, supondo que a hipótese seja verdadeira, não podemos retroceder na luta. Afinal, pedir o retorno da eutanásia seria insano (e essa não é o posicionamento da Esther, por isso nem caberia levarmos essa discussão adiante). Precisamos nos unir de forma organizada e mostrar que nos preocupamos realmente com a vida dos animais de companhia. Não podemos dar sossego ao poder público, cobrando ações, cumprimento das leis e transparência. A militância da proteção animal precisa deixar de ser individual e passar a ser coletiva!

    Responder

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